quarta-feira, 15 de março de 2017

Nepotismo cruzado agora virou parceria entre o vereador Claudinho de Souza e o Deputado Telhada do PSDB


O Jornal Metro, do Grupo Bandeirantes, me "surpreendeu" hoje com a notícia de nepotismo cruzado no gabinete do vereador Cláudio Roberto Barbosa de Souza, mais conhecido como CLAUDINHO DE SOUZA do PSDB, em parceria com o "ético e correto" deputado Telhada, também do mesmo partido. Quando digo que me surpreendeu, é porque andei investigando outra suspeita de nepotismo cruzado no gabinete de outro vereador que não vou citar nome porque não foi confirmado.

O jornal erra ao noticiar que o salário do suspeito é de quase R$ 10 mil por mês, quando na realidade é de R$ 13.021,52 a remuneração bruta. Isso multiplicado por 21 meses chegamos ao total de mais de R$ 273.000,00, considerando a remuneração bruta no período informado de 1 ano(s), 9 mês(es) e 6 dia(s), pela própria Câmara Municipal em seu detalhamento de remuneração conforme imagem acima.

Leia o trecho do texto extraído da publicação do Jornal Metro:
Vitor Lucas Freitas Rosa, na verdade, faz parte de um esquema conhecido como “nepotismo cruzado”. Nesse caso, envolvendo justamente o deputado estadual Coronel Telhada e o vereador Claudinho. 
Como Vitor é filho do chefe de gabinete do deputado Telhada e não pode ser contratado pela Assembléia Legislativa, a saída foi nomeá-lo na Câmara Municipal. O vereador Claudinho, por sua vez, teve o irmão de um dos funcionários dele contratado pelo deputado. 
Ouvido pela reportagem da Rádio Bandeirantes, Coronel Telhada chamou a manobra de “parceria”. 
Segundo o Supremo, nepotismo cruzado é crime. Os envolvidos estão sujeitos à multa e a perda do cargo e dos direitos políticos pelo prazo de três a cinco anos.

E agora vereador Claudinho de Souza, explique-se!

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